Hoje é o dia de lembrar dos que se foram. O dia de visitar uma pedra ou uma gaveta para aproximar-se deles. Não preciso de um dia para lembrar/saudar meu pai. Penso nele todos os dias. Nunca visitei seu túmulo. Eu o visito em nossos momentos, em minhas lembranças. O mantenho vivo em mim numa forma híbrida de pai e herói. Não preciso de uma pedra, palavras que não escrevi ou uma cruz qualquer para isso. O altar dele são todas as escolhas que tomei imaginando seu conselho, são todas as lágrimas que rolaram entre saudade e aflição, eu me aproximo mais ainda dele, toda vez quer conto suas façanhas, cheia de orgulho, todas as vezes que me espelho em sua vida, seja acertos ou erros. Faço isso todos os dias. Não preciso de uma data para amar. Sentir. Chorar.
tenho curtido teus ultimos posts... tem ficado mais forte, mais interessante, mais fluida essa tua raiva pelas coisas que n dao certo e essa ansia por toda merda na vida se ajeitar de uma vez.
ResponderExcluircongrats pri
quase peguei emprestado um pouco dessa força explosiva
ResponderExcluir:D
força explosiva? nossa... ainda me sinto um fósforo! mas valeu moça! =D fiquei feliz em te ler.
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