Agora eu iria!
06:52 de domingo. E só estou em casa por pura falta de opção. Porto Alegre é uma província. Mas tudo bem. O que rolou até agora valeu. O bastante pra tirara fotos, e olha que ultimamente eu vinha disparando das câmeras como diabo da cruz.
Mas do jeito que estou, se a oferta da "nave espacial" pra me levar pra praia viesse agora aceitaria na hora. Não quero dormir. Adoraria um banho de mar. Adoraria outra festa. Adoraria várias coisas.... ô.... vida.
É a minha né... e ainda não consegui descobrir o que faço com ela. Mas... enquanto não descubro, vou me divertindo com a busca... ou simplesmente a fuga. Quer saber? Tanto faz! Cansei de tantos rótulos que coloco pra tudo. Eu penso demais. Ô se penso demais. Me sinto tão bem quando simplesmente vou me deixando levar... me faz um bem danado. Claro que sempre chega um ponto que travo. Mas começo a perceber que esse tal "ponto" não é estanque. E essas variações estão me mostrando um outro lado. E já não ligo mais pras "motivações" que tenho buscado. Cada um sabe a dor e a delícia de ser quem é - eu lembro bem disso. E tenho vivido isso. Antes de sair, no clássico "esquenta" aqui em casa, questionando a letra de uma música ouvi uma constatação a meu respeito "A Pri até queimava por amor agora ela é uma geladeira!". Eu bem queria que as coisas fossem simples assim pra mim, não são, óbvio que não, mas também não me permito desperdiçar o bem mais precioso que tenho - meu tempo - com quem não merece isso.
Hoje li vários posts antigos. Vi o quanto estou conseguindo "patrolar" algumas coisas que sinto, e vi que a frequência e a intensidade vem diminuindo consideravelmente. Fiquei feliz com isso. Mas fui mais além. E ai doeu. Bahhh e como doeu. Cada palavra escrita num passado não tão distante trazia consigo uma quase interminável sequência de cenas, sensações, saudades.
Mas a vida segue em frente. E assim como me sinto pequena quando penso em algumas coisas, me sinto uma fortaleza quando penso em outras. E assim eu sigo... buscando meu equilíbrio, mas sem sair da corda bamba, afinal, não sei viver de outro jeito, e "terra firme" não me atrai.
Mas do jeito que estou, se a oferta da "nave espacial" pra me levar pra praia viesse agora aceitaria na hora. Não quero dormir. Adoraria um banho de mar. Adoraria outra festa. Adoraria várias coisas.... ô.... vida.
É a minha né... e ainda não consegui descobrir o que faço com ela. Mas... enquanto não descubro, vou me divertindo com a busca... ou simplesmente a fuga. Quer saber? Tanto faz! Cansei de tantos rótulos que coloco pra tudo. Eu penso demais. Ô se penso demais. Me sinto tão bem quando simplesmente vou me deixando levar... me faz um bem danado. Claro que sempre chega um ponto que travo. Mas começo a perceber que esse tal "ponto" não é estanque. E essas variações estão me mostrando um outro lado. E já não ligo mais pras "motivações" que tenho buscado. Cada um sabe a dor e a delícia de ser quem é - eu lembro bem disso. E tenho vivido isso. Antes de sair, no clássico "esquenta" aqui em casa, questionando a letra de uma música ouvi uma constatação a meu respeito "A Pri até queimava por amor agora ela é uma geladeira!". Eu bem queria que as coisas fossem simples assim pra mim, não são, óbvio que não, mas também não me permito desperdiçar o bem mais precioso que tenho - meu tempo - com quem não merece isso.
Hoje li vários posts antigos. Vi o quanto estou conseguindo "patrolar" algumas coisas que sinto, e vi que a frequência e a intensidade vem diminuindo consideravelmente. Fiquei feliz com isso. Mas fui mais além. E ai doeu. Bahhh e como doeu. Cada palavra escrita num passado não tão distante trazia consigo uma quase interminável sequência de cenas, sensações, saudades.
Mas a vida segue em frente. E assim como me sinto pequena quando penso em algumas coisas, me sinto uma fortaleza quando penso em outras. E assim eu sigo... buscando meu equilíbrio, mas sem sair da corda bamba, afinal, não sei viver de outro jeito, e "terra firme" não me atrai.
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