A caixa.
Um aperto no peito me tira a capacidade de dormir apesar do cansaço. Fico me debatendo na cama sem encontrar posição confortável, não é preciso muito esforço pra perceber que a falta de conforto não é causada pela cama.
Fecho os olhos e quase vejo a chuva. Quase me vejo nela, correndo. Posso sentir seu cheiro e meus sentidos finalmente focados em apenas uma sensação. Até mesmo o frio me agrada. Tento imaginar uma forma de fazer a cabeça parar de correr em círculos, mas mesmo em meu devaneio o aperto no peito continua. O nome dele é ansiedade, medo, apego. O nome dele é quase covardia. Ele é feito das armadilhas que minha cabeça cria pra me sabotar.
O cigarro queima no cinzeiro. Queima na minha boca... nos meus dedos... mas nada se esvai com suas cinzas.
Quero gritar... abraçar... correr. Mas fico aqui, presa... imaginando a chuva.
Fecho os olhos e quase vejo a chuva. Quase me vejo nela, correndo. Posso sentir seu cheiro e meus sentidos finalmente focados em apenas uma sensação. Até mesmo o frio me agrada. Tento imaginar uma forma de fazer a cabeça parar de correr em círculos, mas mesmo em meu devaneio o aperto no peito continua. O nome dele é ansiedade, medo, apego. O nome dele é quase covardia. Ele é feito das armadilhas que minha cabeça cria pra me sabotar.
O cigarro queima no cinzeiro. Queima na minha boca... nos meus dedos... mas nada se esvai com suas cinzas.
Quero gritar... abraçar... correr. Mas fico aqui, presa... imaginando a chuva.
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