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Mostrando postagens de maio, 2013
Minha total inabilidade de síntese me faz péssima em elaborar títulos. Nada demais, apenas uma constatação bastante óbvia - basta descer um pouco a página. Até aí ok, só mais uma dentre tantas lacunas que me separam de uma boa escritora. Agora qual o real distanciamento entre as palavras e a ação? O que me difere entre letras e carne? Às vezes queria poder me ver de fora, com olhos neutros e distantes, avaliar como tão pouco faço com outras pessoas simplesmente por achá-las desinteressantes, de um modo geral. Provavelmente eu seria mais uma na multidão que em nada chama minha atenção. Acho quase tudo compreensível e tão pouca coisa me surpreende que minha reação padrão tem sido o tédio. Um cenário novo. É isso.
Acabei de ler um texto muito bacana, sobre "piriguetes" e a relação inversamente proporcional entre insegurança e quantidade de roupas.  Recomendo:  http://fabiochap.wordpress.com/2013/05/06/porque-a-piriguete-nao-mexe-comigo/   muito bem escrito. Me fez pensar no que uma pessoa me disse há um bom tempo atrás " dá pra ver quando tu tá namorando pela quantidade de roupa a mais que tu usa". Sempre me senti extremamente a vontade de short, regata e coturno. Talvez isso gere impressões que tenham a ver com o número escasso de amizades femininas no meu histórico. Acho que a insegurança feminina está além da forma como ela se expressa ao se vestir, está no quanto as mulheres se importam com o que as outras mulheres vestem. Uso o que eu quero porque não me importo com o que as outras estão usando. Não ligo se a mulher com decotão está falando com meu namorado, só vou me importar se ela tentar "montar" nele de tão perto que está chegando. Essa pra mim é a pirig...
ficar louco em alguns momentos é uma necessidade básica para permanecer são.