Acabei de ler um texto muito bacana, sobre "piriguetes" e a relação inversamente proporcional entre insegurança e quantidade de roupas.
Recomendo: http://fabiochap.wordpress.com/2013/05/06/porque-a-piriguete-nao-mexe-comigo/ muito bem escrito.
Me fez pensar no que uma pessoa me disse há um bom tempo atrás " dá pra ver quando tu tá namorando pela quantidade de roupa a mais que tu usa".
Sempre me senti extremamente a vontade de short, regata e coturno. Talvez isso gere impressões que tenham a ver com o número escasso de amizades femininas no meu histórico. Acho que a insegurança feminina está além da forma como ela se expressa ao se vestir, está no quanto as mulheres se importam com o que as outras mulheres vestem. Uso o que eu quero porque não me importo com o que as outras estão usando. Não ligo se a mulher com decotão está falando com meu namorado, só vou me importar se ela tentar "montar" nele de tão perto que está chegando. Essa pra mim é a piriguete. Aquela guria podre de bêbada que fala com os caras como se a boca deles fosse um microfone. Não que o bêbada aí faça muita diferença... na maior parte das vezes é só uma desculpa premeditada.
Não visto o que eu quero porque sei ou deixo de saber que sou bonita, até porque beleza é uma coisa muito relativa, tanto a gosto quanto a empatia. Visto alguma coisa porque dentre as opções que tenho foi o que me fez me sentir melhor diante do espelho. E o "melhor" depende do dia, pode ser mais a vontade, mais bonita ou mais sexy... depende do estado de espírito.
Minhas roupas aumentavam quando eu estava namorando pra não me incomodar. Hoje tenho certeza disso, porque muitas vezes meu namorado pede pra eu diminuir a quantidade de roupa na hora de sairmos. Acho bonitinho ele me tratar como troféu as vezes, e não ligo pros pensamentos de feministas enfurecidas. Gosto do fato dele me achar bonita e gostosa e por isso querer me exibir por aí pra inflar o ego dele. Todo mundo precisa de uma massagem no ego às vezes e ele abriu mão de outros tipos de massagem no ego escolhendo estar comigo. Além do mais sei que um relacionamento como o nosso jamais se sustentaria baseado apenas em cascas.
E quanto as amizades femininas, tenho poucas e ótimas. Não trocaria uma delas por outras 50 quaisquer. Até porque, no geral, nunca tive paciência pra "coisinhas" de mulher.
Recomendo: http://fabiochap.wordpress.com/2013/05/06/porque-a-piriguete-nao-mexe-comigo/ muito bem escrito.
Me fez pensar no que uma pessoa me disse há um bom tempo atrás " dá pra ver quando tu tá namorando pela quantidade de roupa a mais que tu usa".
Sempre me senti extremamente a vontade de short, regata e coturno. Talvez isso gere impressões que tenham a ver com o número escasso de amizades femininas no meu histórico. Acho que a insegurança feminina está além da forma como ela se expressa ao se vestir, está no quanto as mulheres se importam com o que as outras mulheres vestem. Uso o que eu quero porque não me importo com o que as outras estão usando. Não ligo se a mulher com decotão está falando com meu namorado, só vou me importar se ela tentar "montar" nele de tão perto que está chegando. Essa pra mim é a piriguete. Aquela guria podre de bêbada que fala com os caras como se a boca deles fosse um microfone. Não que o bêbada aí faça muita diferença... na maior parte das vezes é só uma desculpa premeditada.
Não visto o que eu quero porque sei ou deixo de saber que sou bonita, até porque beleza é uma coisa muito relativa, tanto a gosto quanto a empatia. Visto alguma coisa porque dentre as opções que tenho foi o que me fez me sentir melhor diante do espelho. E o "melhor" depende do dia, pode ser mais a vontade, mais bonita ou mais sexy... depende do estado de espírito.
Minhas roupas aumentavam quando eu estava namorando pra não me incomodar. Hoje tenho certeza disso, porque muitas vezes meu namorado pede pra eu diminuir a quantidade de roupa na hora de sairmos. Acho bonitinho ele me tratar como troféu as vezes, e não ligo pros pensamentos de feministas enfurecidas. Gosto do fato dele me achar bonita e gostosa e por isso querer me exibir por aí pra inflar o ego dele. Todo mundo precisa de uma massagem no ego às vezes e ele abriu mão de outros tipos de massagem no ego escolhendo estar comigo. Além do mais sei que um relacionamento como o nosso jamais se sustentaria baseado apenas em cascas.
E quanto as amizades femininas, tenho poucas e ótimas. Não trocaria uma delas por outras 50 quaisquer. Até porque, no geral, nunca tive paciência pra "coisinhas" de mulher.
Achei ótimo o desenrolar do pensamento, Priscila.
ResponderExcluirParabéns pelo blog.
Fábio Chap
obrigada :)
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