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Mostrando postagens de 2014
Já falei que te sinto em ausência? Já divaguei sobre aqueles outros tempos em que eras meu porto seguro? Sei que sim... e sei que qualquer coisa que eu diga aqui nada mais seria que um repeteco qualquer, sobre os altos e baixos... as tardes de dedos frenéticos, coca-cola e cigarro... os desabafos... o quando me ler era fundamental para entender o que se passava na minha cabeça. Esse tempo se foi, hoje sei o que se passa na minha cabeça sem precisar vomitar palavras. Não que tudo esteja mais fácil... apenas mais óbvio. As escolhas não são fáceis mas as alternativas são simples de se ver... talvez seja exatamente essa a grande questão. Talvez eu preferisse me perder e me encontrar para desvendar cada possibilidade do que tê-las assim... tão claras na minha frente e me encontrar tão perdida no cruzamento. Acho que nunca antes me senti tão só e tão forte. E não é aquele "só" de sentir falta dos outros... e nem aquele "forte" de se ver imbatível. É um "só e fo...

#empreendedorismo

Conheço as estatísticas... já me ferrei uma vez e ainda estou colhendo os frutos de más escolhas. Mas... não tem como lutar contra a própria natureza, então mudamos as armas... moldamos defesas... e seguimos em frente. Está no ar o #comidinhasdapri começando de forma modesta... bem de mansinho... quem sabe... vamos ver se dá certo... quem provou aprovou então é um bom começo. Vender almoços e lanches não é nenhuma novidade... a novidade aqui é o enfoque... cansei de ler "compro tempo" e é exatamente isso que resolvi vender. Dependendo da opção de entrega posso simular um restaurante de comida caseira no seu trabalho... no "in company" levo todos acessórios necessários e logo depois do almoço tudo vai embora... sem fila... sem deslocamento... sem espera. Seu pedido é feito por face ou whatsapp (51 9123 3353) e você pode identificar seus gostos como quantidade de sal e pimenta... ou incrementar seu prato com uma lista de adicionais. esse é o link no face: https:/...

orkutalgia

Ele não fazia mais diferença nenhuma na minha vida... não o olhava há anos... mas neh... agora se algum dia eu quiser não posso mais... aí dá vontade neh? nota mental "só proibir um filho de fazer algo que quero que ele faça". Bom... depoimentos... a única coisa que vale o saudosismo, um em especial... muito legal... quero guardar pra me lembrar que já despertei admiração instantânea, ao menos uma vez: " Tem certas pessoas que entram em nossas vidas já mostrando a que vieram, sem meias palavras. E são exatamente essas pessoas que nos gratificam e fazem crescer. Conhecer a Priscila foi um dos eventos de minha que mais me deixou impressionado. Ainda não a conheço muito, conversamos pouco e dividimos nada. Mas já deu para entender que encontrei uma mulher que leva jeito para ser a autora da história de sua vida. Sem ghost writer, que está cheio nesse mundo, querendo escrever a história de nossas vidas. Vou ler um pouco dessa história, que promete ser muito interessante. ...

regressiva pros 30 parte I

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Hoje eu estava vendo friends, embaixo das cobertas, com um gato preso na minha garganta e um cachorrinho fofo doido por atenção quebrando a casa toda por não tê-la. Vendo pela quinta vez o mesmo episódio, pensei exatamente a mesma coisa que pensei nas outras 4 vezes, porém não havia externado ainda: não fiz nem 1/5 das coisas que eu tinha certeza que já teria feito aos 30 e fiz no mínimo umas 500 coisas que não havia previsto. Essas culpas etárias são tão toscas e sem propósito quanto as discussões políticas em religiosas em mesas de bar ou timelines. Post curtinho né? Sei lá... acho que qualquer coisa além disso é chover no molhado. Os planos que fazemos ao terminar o ensino médio, ou nas primeiras semanas da faculdade são uma mescla de imposições sociais, sonhos reais e ausência de conhecimento sobre a realidade, sobre a vida em si. Esses sonhos não são inúteis, apenas não precisam ser alcançados para cumprir seu objetivo primordial: autoconhecimento e a certeza de que somos mutáv...

tratado terrorista

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A ideia inicial era botar pra fora. Vomitar toda raiva que eu estava sentindo desse povinho hipócrita que adora apontar o dedo e criticar as falhas que vêm em ti com tanta propriedade pelo simples fato que elas estão estampadas no espelhos deles, mas obviamente são cínicos o bastante para fingir não ver. Queria gritar pra essa gente desocupada o bastante para se meter na vida alheia porém muito ocupada para procurar saber a verdade. Queria fechar os olhos e imaginar que nada palavra seria um soco no estômago daqueles que permiti me decepcionarem tantas vezes... daqueles que acreditei que devia dar uma segunda chance, terceira, quarta, afinal de alguma forma somos ligados por laços extremamente fortes ( uma cadeia de irresponsabilidades, abandonos, cobranças justificados por algo denominado família  ou seja um bando de gente aleatória que em algum momento transou sem camisinha, e seus apêndices, e que por isso já sou obrigada a amar, respeitar e perdoar). Não vou mais me sentir estú...