Já falei que te sinto em ausência?
Já divaguei sobre aqueles outros tempos em que eras meu porto seguro?
Sei que sim... e sei que qualquer coisa que eu diga aqui nada mais seria que um repeteco qualquer, sobre os altos e baixos... as tardes de dedos frenéticos, coca-cola e cigarro... os desabafos... o quando me ler era fundamental para entender o que se passava na minha cabeça.
Esse tempo se foi, hoje sei o que se passa na minha cabeça sem precisar vomitar palavras. Não que tudo esteja mais fácil... apenas mais óbvio. As escolhas não são fáceis mas as alternativas são simples de se ver... talvez seja exatamente essa a grande questão. Talvez eu preferisse me perder e me encontrar para desvendar cada possibilidade do que tê-las assim... tão claras na minha frente e me encontrar tão perdida no cruzamento.
Acho que nunca antes me senti tão só e tão forte. E não é aquele "só" de sentir falta dos outros... e nem aquele "forte" de se ver imbatível. É um "só e forte" que se completam... hoje não preciso de ninguém... apenas quero "alguns alguéns" por perto, e nem precisa ser fisicamente... apenas aquele perto que a gente sente... sabe que está ali... sabe que pode contar.
Hoje meus muros não precisam ultrapassar minha pele... não preciso de barreiras, não tenho mais medo de me ferir porque hoje eu sei que as feridas cicatrizam e que não é tão simples assim me derrubar... e, se acontecer, eu levanto. Talvez aí resida a grande dificuldade das escolhas... sei que posso ter meus momentos felizes em qualquer uma delas... sem grandes medos... sem ter do que fugir... antes eu pensava que aí residia o que eu tanto buscava... hoje vejo que meus medos eram o medidor das minhas racionalizações... através deles eu conseguia expurgar opções e encontrar meu caminho...
Quem diria... hoje mais segura... e ainda mais indecisa.
Já divaguei sobre aqueles outros tempos em que eras meu porto seguro?
Sei que sim... e sei que qualquer coisa que eu diga aqui nada mais seria que um repeteco qualquer, sobre os altos e baixos... as tardes de dedos frenéticos, coca-cola e cigarro... os desabafos... o quando me ler era fundamental para entender o que se passava na minha cabeça.
Esse tempo se foi, hoje sei o que se passa na minha cabeça sem precisar vomitar palavras. Não que tudo esteja mais fácil... apenas mais óbvio. As escolhas não são fáceis mas as alternativas são simples de se ver... talvez seja exatamente essa a grande questão. Talvez eu preferisse me perder e me encontrar para desvendar cada possibilidade do que tê-las assim... tão claras na minha frente e me encontrar tão perdida no cruzamento.
Acho que nunca antes me senti tão só e tão forte. E não é aquele "só" de sentir falta dos outros... e nem aquele "forte" de se ver imbatível. É um "só e forte" que se completam... hoje não preciso de ninguém... apenas quero "alguns alguéns" por perto, e nem precisa ser fisicamente... apenas aquele perto que a gente sente... sabe que está ali... sabe que pode contar.
Hoje meus muros não precisam ultrapassar minha pele... não preciso de barreiras, não tenho mais medo de me ferir porque hoje eu sei que as feridas cicatrizam e que não é tão simples assim me derrubar... e, se acontecer, eu levanto. Talvez aí resida a grande dificuldade das escolhas... sei que posso ter meus momentos felizes em qualquer uma delas... sem grandes medos... sem ter do que fugir... antes eu pensava que aí residia o que eu tanto buscava... hoje vejo que meus medos eram o medidor das minhas racionalizações... através deles eu conseguia expurgar opções e encontrar meu caminho...
Quem diria... hoje mais segura... e ainda mais indecisa.
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