Minha última postagem, mais uma prova para posteridade de meus equívocos.
Nunca passei por aquele término, em relacionamentos amorosos, em que a criatura se pergunta "pq". Fica dias, meses.. Revivendo momentos, buscando justificativas, zapeando sentimentos como raiva, culpa, solidão... Fico feliz por não ter namorado covardes. Meus namoros viveram e morreram com conversas francas. Já as amizades...
Me pergunto o que leva alguém a ser tão leviano... Preferir se afastar, evitar confronto... Entendo essa postura com pessoas neutras na tua vida, ok, elas não valem o transtorno... Agora quem segurou tua barra quando tudo que tu sabia fazer era chorar, segurou tua mão, teu copo, tua onda, teu cabelo... Por mais de ano? Ou quem dividiu ap ctg, contas, desabafos de madrugada... Tenho tantas histórias dessas que espero rir um dia por não ter percebido antes quão simples e patético seria reconhecer e evitar essas armadilhas. Tenho tantas histórias dessas que por muito me culpei... Só podia ser eu a péssima amiga, que pedia demais (quase metade doq ofereci, pensa só!!!)... Mas não. Tive também fins de amizade com gente de verdade, em que tudo foi dito, que haviam motivos claros e fortes, ou que nada foi dito, apenas rumos diferentes, pensamentos diferentes, mas a distância e atual incompatibilidade não afetam em nada o carinho e o respeito. Então não... Meu erro não está em oferecer a amizade que gostaria de receber, e recebo de alguns felizmente, meu erro está na incapacidade de reconhecer a mediocridade em algumas pessoas e, pior ainda, mesmo depois de vê -las como são não deixar de ter aquele carinho doído por uma projeção.
Nunca passei por aquele término, em relacionamentos amorosos, em que a criatura se pergunta "pq". Fica dias, meses.. Revivendo momentos, buscando justificativas, zapeando sentimentos como raiva, culpa, solidão... Fico feliz por não ter namorado covardes. Meus namoros viveram e morreram com conversas francas. Já as amizades...
Me pergunto o que leva alguém a ser tão leviano... Preferir se afastar, evitar confronto... Entendo essa postura com pessoas neutras na tua vida, ok, elas não valem o transtorno... Agora quem segurou tua barra quando tudo que tu sabia fazer era chorar, segurou tua mão, teu copo, tua onda, teu cabelo... Por mais de ano? Ou quem dividiu ap ctg, contas, desabafos de madrugada... Tenho tantas histórias dessas que espero rir um dia por não ter percebido antes quão simples e patético seria reconhecer e evitar essas armadilhas. Tenho tantas histórias dessas que por muito me culpei... Só podia ser eu a péssima amiga, que pedia demais (quase metade doq ofereci, pensa só!!!)... Mas não. Tive também fins de amizade com gente de verdade, em que tudo foi dito, que haviam motivos claros e fortes, ou que nada foi dito, apenas rumos diferentes, pensamentos diferentes, mas a distância e atual incompatibilidade não afetam em nada o carinho e o respeito. Então não... Meu erro não está em oferecer a amizade que gostaria de receber, e recebo de alguns felizmente, meu erro está na incapacidade de reconhecer a mediocridade em algumas pessoas e, pior ainda, mesmo depois de vê -las como são não deixar de ter aquele carinho doído por uma projeção.
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